segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Diário de uma paixão - 4º capítulo

4-  As primeiras palavras doces de um admirador
Nesta manhã que se erguia à minha volta, decidi ir correr para o parque para queimar as calorias que tinha ingerido no dia anterior. Devo ter feito, pelo menos, 5 km a correr, e quando já não aguentava mais, sentei-me num banco.
Naquele banco, sentada a descansar, o meu cérebro parecia estar também a fazer uma corrida, mas em vez de ser pelo parque, era pelas minhas memórias do dia anterior: a tarde na praia, a casa só para mim, as minhas amigas em sarilhos, as flores e a carta… CLICK! No dia anterior, não tinha tido tempo de ver a carta, mas hoje tinha, por isso, corri o mais rápido que pude até casa e entrei de cabeça no meu quarto, só para ver uma maldita carta!
Peguei na carta como quem pega na mão de quem ama e analisei-a de uma ponta à outra, antes de a abrir. Ela não tinha remetente, nem destinatário certo, pois quem queria dirigi-la a mim não sabia o meu nome. Abri-a com receio e um cheiro familiar veio de encontro ao meu nariz: perfume, mas não era um perfume qualquer, e nem era barato, por sinal. Aquele cheiro fazia-me reviver momentos bastante embaraçosos, mas agora isso não interessa para o assunto, porque aquela era a carta mais querida, mas ao mesmo tempo estranha, que alguém já me tinha escrito… Acho que fiquei apaixonada! Ela era mais ou menos assim: “Não te quero fazer sofrer, por isso não ficarás a saber ainda quem sou, mas é apenas até eu sentir que estou preparado para te dizer. Há algum tempo que te observo, e pela primeira vez, pude falar contigo, mas não foi nada daquilo que tinha planeado. De qualquer maneira, também não percebeste que estavas a falar comigo, pois estavas a observar o pôr-do-sol, e parecias estar muito concentrada a fazê-lo. Podia estar aqui o dia todo a dizer-te tudo o que sinto por ti, mas acho que vai ficar para uma próxima.
                                 Um beijo do teu admirador,
                que sonha contigo todas as noites.”
Em relação à outra carta, o que eu tinha visto não era uma carta, mas sim um papel que estava colado à caixa dos bombons, e que dizia: “Esta caixa de bombons é dirigida à miúda mais doce que conheço. De um admirador secreto, também ele doce.” 

8 comentários:

  1. Gostei muito dos textos, e a minha filha também. Ela tentou comentar, mas não conseguiu. Mas está a acompanhar a história e a gostar. Continue! E visite o dela: http://margaridaoliveiradasilva.blogspot.pt/

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    1. Obrigado professor e vou visitar o blog dela também. Deve ser fantástico!

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    2. Obrigado professor e vou visitar o blog dela também. Deve ser fantástico!

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  2. Como o meu pai disse estou a gostar muito da tua história e estou ansiosa pelo próximo capítulo. Continua a escrever assim e não tardarás a ter mais comentários a ilugiar-te. :-D ;-) :-p

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    1. Por ti e por todas as pessoas que gostam das minhas histórias digo um grande sim a escrever mais e mais!!!!

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    2. Por ti e por todas as pessoas que gostam das minhas histórias digo um grande sim a escrever mais e mais!!!!

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  3. Caros leitores e futuros leitores deste blog, convido-vos a visitar este blog, pois tal como o meu, tem muitas coisas interessantes a contar: http://margaridaoliveiradasilva.blogspot.pt/.

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  4. Caros leitores e futuros leitores deste blog, convido-vos a visitar este blog, pois tal como o meu, tem muitas coisas interessantes a contar: http://margaridaoliveiradasilva.blogspot.pt/.

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